Defesa de Brani pede prisão domiciliar, por risco de suicídio

às: 21:17 , atualizado em 07 de outubro às: 21:34
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A defesa de Branislav Kontic, o Brani, pediu ao juiz Sérgio Moro a conversão de sua prisão preventiva para prisão domiciliar, por risco de suicídio. O juiz ainda não decidiu.

Os advogados confirmaram que o assessor do ex-ministro Antonio Palocci, preso desde o dia 26 na Operação Omertà, tentou se matar na cela da Polícia Federal de Curitiba, no dia 1º.

Eles dizem que seu cliente poderá repetir a tentativa e precisaria tratar de uma depressão severa em casa. As informações são do G1.

Brani ingeriu cerca de 40 comprimidos de antidepressivos e teve de ser levado ao Hospital Santa Cruz.

Sérgio Moro, então, determinou sua transferência para o Complexo Médico-Penal de Pinhais.

Sociólogo e professor, Brani foi secretário de Desenvolvimento Urbano de Guarulhos e ex-assessor de Elói Pietá, na Assembleia Legislativa, e de Marta Suplicy, na Prefeitura de São Paulo.

Ele está preso com Palocci e outro assessor do ex-ministro, Juscelino Dourado.

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